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Crônicas que contam histórias de Campos do Jordão

 

Depoimentos verídicos, quase inacreditáveis - IV - Aconteceu no Grande Hotel


Depoimentos verídicos, quase inacreditáveis - IV - Aconteceu no Grande Hotel

O lindo Grande Hotel de Campos do Jordão na década de 1960

 

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Há certas coisas que acontecem em nossas vidas que nos deixam perplexos, impressionados e até assustados depois que as verdades dos fatos, naturalmente, acabam vindo, de alguma maneira e, rapidamente, ao nosso encontro. Normalmente, pela clareza, naturalidade e forma inesperada como acontecem, acabam, na sequência, nos deixando em grandes dúvidas que nos obrigam a perguntar: o acontecido tem algo com fenômeno sobrenatural?

Pois é. Vou relatar abaixo um caso acontecido com um amigo fiel, sério e, principalmente, honesto, que jamais iria faltar com a verdade ou inventar essas histórias.

Esta história chegou ao meu conhecimento da seguinte maneira:

Esse amigo, o mesmo do caso descrito em “Depoimentos verídicos, quase inacreditáveis II”, deve ter sido muito bem escolhido, para presenciar fatos que, para muitos são, realmente, inacreditáveis. É incrível que esse amigo, de formação e crença puramente metodista, e que jamais frequentou alguma seita diretamente ligada ou com alguma “vontade” de estar ligada ao puro Espiritismo – sabiamente codificado pelo grande Alan Kardec – tenha sido escolhido, por duas vezes, para presenciar pessoas que, com certeza absoluta, já não fazem mais parte da nossa vida terrena. Já estão, há muito tempo, fazendo parte da vida eterna, em nosso imenso e desconhecido universo celestial.

Em determinada época, nos anos 2003 e 2004, esse amigo trabalhava no Grande Hotel Senac, em Campos do Jordão. Em determinada oportunidade, o hotel passava por habitual e periódica auditoria interna. Portanto, nesse período, ficava fechado para hóspedes. Somente ficavam hospedadas as pessoas que faziam parte do grupo de auditores. Esse amigo foi escalado para ficar no hotel durante o período noturno. À noite, por volta das três horas da manhã, horário em que, com certeza, os auditores estavam dormindo, escutou alguns passos, levantou-se da cadeira onde estava sentado, atrás do balcão da portaria do hotel, e viu quando se aproximava uma senhora, aparentemente com uns oitenta anos de idade. Essa senhora, simpática e sorridente, com vestuário discreto, olhou para ele e disse: “Meu filho, por favor, peça ao camareiro para me levar toalhas de banho lá na piscina, que estarei esperando.” Esclareço que as piscinas do Grande Hotel Senac, devidamente aquecidas, estão localizadas em ambiente coberto, envidraçado e devidamente iluminado. No mesmo momento ele respondeu para a senhora que poderia ficar tranquila, que, dentro de instantes, um camareiro estaria levando para ela as toalhas solicitadas. Claro que estranhou, naquele horário da noite, uma senhora sozinha, sobriamente vestida, dirigindo-se à piscina do hotel, pedindo toalhas. Mas, como lá estava trabalhando para bem atender, especialmente o pessoal da auditoria, chamou um camareiro e fez o pedido das toalhas. Rapidamente, o camareiro veio até à portaria com as tolhas e as apresentou ao companheiro que estava na lá se encontrava. Este, então, pediu ao camareiro: “Por favor, leve-as até as piscinas e entregue para a senhora que lá está esperando”. O camareiro, com as toalhas em mãos, foi direto para o local das piscinas para entregá-las. Lá chegando, olhou para todos os lados e não viu a senhora ou pessoa alguma. Chegou até a falar alto: “Senhora! Aqui estão as toalhas que pediu”. Não obtendo nenhuma resposta ao seu chamado e não vendo a senhora, voltou à portaria e disse: “Não encontrei nenhuma senhora lá nas piscinas. Cheguei até a avisar em voz alta que as tolhas solicitadas estavam comigo”. Ambos ficaram surpresos e estranharam o acontecido.

Como, durante o dia, o camareiro havia encontrado e visto pelos corredores do hotel todos que faziam parte do grupo de auditores, disse para o amigo: “Posso estar enganado, mas não vi nenhuma senhora fazendo parte do grupo de auditores. Todos que vi transitando pelos corredores eram homens”. E o amigo disse também: “Pois é, estou aqui desde o início da noite e, com certeza, não entrou ou passou por aqui nenhuma senhora que tivesse pedido as chaves para se dirigir a algum apartamento em que estaria hospedada”. Os dois ficaram ainda mais surpresos e sem uma explicação convincente para esclarecer o ocorrido.

Alguém se arriscaria a dar alguma explicação plausível para esclarecer o fato acima descrito? Talvez algum estudioso ou praticante de algum dos ramos sérios do neologismo Espírita ou Doutrina Espírita, codificada pelo famoso e magistral Allan Kardec, pseudônimo de Hippolyte Léon Denizard Rivail (Lyon, 03/10/1804 – Paris, 31/03/1869), influente educador, autor e tradutor francês, pudesse nos dar alguma explicação aceitável e convincente.

Edmundo Ferreira da Rocha

25/02/2015

 

Acesse esta crônica diretamente pelo endereço:

www.camposdojordaocultura.com.br/ver-cronicas.asp?Id_cronicas=207

 

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