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Fotografias Semanais que contam a
 história de Campos do Jordão.

de 15/11 a 21/11/2013

 

 

Famílias - Joaquim e Maria


Na foto da década de 1900, o saudoso casal pioneiro de Campos do Jordão, Joaquim Ferreira da Rocha e Maria Güttler Rocha, proprietários da famosa “Chácara”, local da primeira casa de alvenaria da Vila Nova, a atual Vila Abernéssia, onde residiram com a maioria dos filhos de sua grande prole, de 1914 até início da década de 1950. Essa casa estava situada no local onde hoje está sediada a Obra Social ASSISO, das Irmãs do Sagrado Coração de Jesus.

Consta do Livro ”História de Campos do Jordão”, da autoria de Pedro Paulo Filho – Editora Santuário – 1986, Página 164, “Muitos outros ajudaram a fundar Vila Nova, e Octávio Bittencourt anotou a figura de Joaquim Ferreira da Rocha, que chegou com a Ferrovia e construiu a primeira casa em Vila Abernéssia, logo na entrada da Vila (Atual ASSISO)”. Também consta do livro – “Estações Climatéricas de São Paulo”, página 46, da autoria do Dr. Belfort de Mattos Filho, ano 1928 que a Vila foi formada em 1915 pelos Srs. Dr. Robert John Reid, João Rodrigues da Silva (o conhecido João Maquinista) e Joaquim Ferreira da Rocha.

 

 

 

Famílias - Joaquim e Maria


Na foto do final da década de 1940, o saudoso casal pioneiro de Campos do Jordão, Joaquim Ferreira da Rocha e Maria Güttler Rocha, proprietários da famosa “Chácara”, local da primeira casa de alvenaria da Vila Nova, a atual Vila Abernéssia, onde residiram com a maioria dos filhos de sua grande prole, de 1914 até início da década de 1950. Essa casa estava situada no local onde hoje está sediada a Obra Social ASSISO, das Irmãs do Sagrado Coração de Jesus.

Consta do Livro ”História de Campos do Jordão”, da autoria de Pedro Paulo Filho – Editora Santuário – 1986, Página 164, “Muitos outros ajudaram a fundar Vila Nova, e Octávio Bittencourt anotou a figura de Joaquim Ferreira da Rocha, que chegou com a Ferrovia e construiu a primeira casa em Vila Abernéssia, logo na entrada da Vila (Atual ASSISO)”. Também consta do livro – “Estações Climatéricas de São Paulo”, página 46, da autoria do Dr. Belfort de Mattos Filho, ano 1928 que a Vila foi formada em 1915 pelos Srs. Dr. Robert John Reid, João Rodrigues da Silva (o conhecido João Maquinista) e Joaquim Ferreira da Rocha.

 

 

 

Personalidades - Silvestre Ribeiro - Médico


Na foto do início da década de 1930, o Dr. Silvestre Ribeiro, no dia da sua formatura como médico. Dr. Silvestre Ribeiro clinicou em Campos do Jordão de fins da década de 1940 até a década de 1960.

Dr. Silvestre Ribeiro era natural de Igarapava-SP., nascido em 14 de maio de 1915 e falecido em 04 de abril de 1965 em São Paulo e sepultado em Campos do Jordão.Era filho do casal Filho Sr.João Francisco Ribeiro e D.Carolina Cândida do Nascimento.

Formou-se em medicina pela Faculdade Fluminense de Medicina e colou grau em 06 de maio de 1942.

Foi casado dona D. Elza Croccia Ribeiro e tiveram três filhos: Naira Aparecida Ribeiro, Coaraci Inajá Ribeiro e Nadja Glória Ribeiro.

Foi Chefe do Serviço Médico do Estado e diretor do Centro de Saúde de Campos do Jordão, durante vários anos. Esse Centro de Saúde, em sua homenagem, recebeu seu nome. Esse Prédio onde esteve localizado o Centro de Saúde, a partir do dia 03/agosto/2013, passou a se chamar “Edifício Dr. Silvestre Ribeiro”. Está localizado na Av. Dr. Januário Miráglia, 806, em Vila Abernéssia, com estilo de construção simbolizando a luta e a esperança de muitos que subiram a Serra da Mantiqueira, em busca da cura das doenças das vias respiratórias, especialmente, da tuberculose.

O Instituto do Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural (IPHAC), reconhecendo o valor histórico dessa construção, realizou na mesma data de 03 de agosto de 2013, o Tombamento Histórico - Arquitetônico da fachada do “Edifício Dr. Silvestre Ribeiro”, data em que foi re-inaugurado como sede da Prefeitura Municipal da Estância de Campos do Jordão.

OBS: Foto gentilmente cedida pelo amigo Coaraci Inajá Ribeiro.

 

 

 

Personalidades - Radyr de Queiroz - Médico


Na foto da década de 1950 o renomado e famoso médico Dr. Radyr de Queiroz tisiologista e cirurgião especialista em torocoplastia (Operação que consiste em modificar a estrutura torácica pela ressecção de um ou várias costelas, para tratamento da tuberculose pulmonar). Dr. Radyr, durante vários anos, trabalhou em vários dos principais sanatórios de Campos do Jordão onde, juntamente com outros médicos especialistas, realizou inúmeras cirurgias de torocoplastia.

 

 

 

Personalidades - Bertha Basin


Foto do início da década de 1900 mostrando a Sra. Bertha Augusta Guilhermina Basin, de nacionalidade francesa, que faz parte da história de Campos do Jordão. D. Bertha era casada com o Sr. Leon Casemire Felix Marie Basin, filho do francês Casemire Etienne Basile Basin, proprietário de uma grande área de terras localizada na Vila Velha, atual Vila Jaguaribe, adquirida em 1889 do Dr. Domingos Jaguaribe.

A família Basin possuía elegante e famosa perfumaria no Rio de Janeiro, que se tornou uma casa tradicional à época.

Quando em 1907 Casemire Etienne Basile Basin faleceu, sua propriedade foi partilhada entre seus filhos Leon, acima referido, casado com Bertha Basin, Gaston Louis Casemire Basin, Marie Leoni Rosini Basin, casada com Paul Joffrey e Maria François Rose Basin.

Em 1913 havia umas 20 casas em Vila Jaguaribe e Dona Bertha Basin, senhora francesa muito dinâmica, era dona de quase tudo.

O Casarão e os seis chalés de dona Bertha Basin, estava situado na atual rua Basin, atrás do Grupo Escolar Dr. Domingos Jaguaribe.

Dona Bertha Basin costumava sair de trole para a cidade. Só ela possuía um.

Bertha Basin tinha uma irmã, Helena, casada com Alberto Klabunde, cujos filhos chamavam-se Daniel e Mathilde.

Órfã aos 2 anos de idade, Mathilde foi criada por sua tia, Bertha Augusta Guilhermina Basin até quando casou-se com Paulo Rabelo Dubieux, e seu irmão Daniel, veio de Santa Catarina, cuidar da Fazenda Basin, em Campos do Jordão, onde se tornou administrador de sua tia Bertha, cujo falecimento ocorreu a 17 de janeiro de 1938.

Da união de Mathilde com Paulo Rabelo Dubieux, nasceram Viriato Klabunde Dubieux, Waldemar Klabunde Dubieux e Geraldina Dubieux Pereira. Embora acusada de ter retardado o desenvolvimento de Vila Jaguaribe, retendo demasiadamente as propriedades, em detrimento do seu progresso, que por isso não pôde acompanhar a expansão de Vila Abernéssia, Bertha Augusta Basin foi uma mulher empreendedora, corajosa e estimada pela população de Vila Jaguaribe.

Dona Bertha Basin doou o terreno onde foi construído, em sistema de mutirão, o centro Espírita “Fé, Esperança e Caridade”, aos sábados e domingos. O Centro foi fundado por Álvaro Abrantes, Joaquim Ferreira da Rocha, Agenor de Oliveira, Augusto Barsaline, Paulo Rabelo Dubieux e Emiliano Barsaline, entre outros.

Foi dona Bertha Basin que doou o terreno para a construção do Grupo Escolar “Domingos Jaguaribe”, em cujas obras, que foram financiadas por José Ferreira da Rocha, trabalharam Floriano Rodrigues Pinheiro e Antonio Abrantes, entre outros.

Uma gleba das terras pertencentes a Leon Casemire Felix Marie Basin foi vendida em 1934, pela viúva D. Bertha Basin, a Paulo Rabelo Dubieux, posteriormente loteada por seu filho Dr. Viriato Klabunde Dubieux, transformada nas Vilas Dubieux e Telma. Outra gleba foi alienada em 1944, pela filha e herdeira de Leon Casemire, Leonice Basin Stambolos (Duduce), casada com o engenheiro Dimitrius Stambolos, a Victor Khon que a loteou e a transformou na Vila Atalaia.

OBS: Dados adaptados do livro “Ruas da Minha Cidade Campos do Jordão”, da autoria de Arakaki Masakasu, Lis Gráfica e Editora - 1988, página 32 e do Livro “História de Campos do Jordão”, do escritor, advogado e historiador Pedro Paulo Filho, Editora Santuário - 1986.

 

 

 

Personalidades - Felícia Leirner


Na foto, a artista plástica, escultora Felícia Leirner.

“Felícia Leirner (Varsóvia, 1904 — São Paulo, 1996) foi uma escultora brasileira, nascida na Polônia. Em 1927, veio para o Brasil, país que adotou como pátria, até a sua morte.

Aos 44 anos, iniciou seus estudos de escultura com o renomado artista Victor Brecheret. Seus primeiros trabalhos pertencem à fase Figurativa e datam de 1950 a 1958. Em 1953 e 1955, confirmou sua importância como artista ao participar das bienais internacionais de São Paulo. Na de 1955, foi agraciada com o Prêmio de Aquisição do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Nessa época, sua obra teve importante reconhecimento no país e no exterior. Em 1957, suas esculturas foram incorporadas aos acervos do Museu de Arte de São Paulo (MASP) e do Museu de Arte Moderna de Paris.

Outros importantes museus da Europa, como o Stedelijk Museum de Amsterdã e a Tate Gallery de Londres, também adicionam seus trabalhos às respectivas coleções. Em 1963, a Bienal de São Paulo dá a Felícia Leirner o prêmio de Melhor Escultor Brasileiro.

Entre 58 e 62, a artista já consagrada, entra em um novo momento de sua trajetória. Suas peças começam a tornar-se abstratas. Nasce a fase das Cruzes (1963) seguida pela Estruturações ( 1964/1965 ). Seu trabalho continua a ser reconhecido no Brasil e no exterior. Nas Bienais VIII, IX e X expõe em Salas Especiais.

O Correio do Brasil emite um selo comemorativo da X Bienal escolhendo uma escultura da Felícia para ilustrá-lo. Outros museus de renome mundial como o Hermitage na Rússia, o Royale de Belgique, o Ein-Hod de Israel e a Moderna Galeria de Belgrado acolhem suas obras.

Em 1962, abalada pela morte precoce de seu marido Isai Leirner, troca São Paulo por Campos do Jordão, onde abriga as suas esculturas até 1978, época em que foram transferidas para o recém-criado Museu Felícia Leirner.

Sempre em busca de novas formas e materiais, deixa o barro, o bronze e o granito e começa a produzir grandes peças em cimento branco, auxiliada por trabalhadores da região. Esse é o ponto de partida para a fase dos Habitáculos, de 1966, onde envereda pela território da arquitetura, com esculturas habitáveis. Seu amor à natureza e aos animais a leva em 1970 à fase dos Bichos, um curioso e fantástico zoológico de ricas formas. Na mesma época, concebe um grande conjunto dedicado ao Homem e a Família.

Obra de grandes dimensões, com quase 8 metros de comprimento por 3 de altura foi também executada em granito. Essa versão encontra-se nos jardins diante do Palácio do Governo do Estado de São Paulo. A partir de 1970, passa a executar as grandes Colunas, cheias de cavidades, onde a água da chuva poderia se acumular e refrescar os pássaros, animais pelos quais sempre demonstrou especial carinho. Emblemática desta fase é o São Francisco, de braços abertos aguardando a visita dos pássaros.

O amor de Felícia Leirner à natureza e a Campos do Jordão foi concretizado em 1978 com a criação do Museu Felícia Leirner pelo Governo do Estado de São Paulo. Todas as obras de sua autoria e de sua propriedade foram doadas pela escultora ao recém criado museu. O International Sculpture Center de Washington, através de sua revista Sculpture classificou, em 1987, o parque de esculturas Felícia Leirner entre os mais importantes do mundo.

Felícia Leirner continuou seu trabalho, produzindo obras dentro do próprio museu. É a fase dos Portais que se inicia em 1980 com formas recortadas, planas, que se distribuem sobre a paisagem como mensagens enigmáticas. Em 1982, coloca duas molduras em uma árvore torta. É o fim de sua produção no museu. A partir desse momento, recolhe-se em sua casa de Campos do Jordão, onde continua, como sempre, a distrair-se com seus talentos. Borda, faz tapetes, desenha e escreve: Felícia também continuou a produzir esculturas menores em barro, que eram depois fundidas em bronze. Quase todas retratavam pássaros.

Nunca envelheceu, só tornou-se mais idosa. Amada pela família, admirada por um grande número de artistas e intelectuais passou seus últimos anos, entre Campos do Jordão e São Paulo, quando a temperatura era amena. Felícia Leirner morreu tranquilamente aos 92 anos em sua casa de São Paulo”

OBS: Dados colhidos junto a Wikipedia, a maravilhosa Enciclopédia livre. Grifos de minha autoria.

 

 

 

Escolas - Matilde Losz - Professora


Foto da década de 1950 mostrando a professora Matilde Losz, posteriormente, Matilde Losz de Oliveira Pinto, quando do casamento com o Sr. Nestor de Oliveira Pinto da Silva, o conhecido Seu Nestor, da Farmácia São Paulo. A professora Matilde foi, durante muitos anos, professora do saudoso Grupo Escolar Municipal Rio Branco que estava sediado no mesmo local do prédio onde, atualmente, está sediada a Escola EMEF - Monsenhor José Vita, ali nas proximidades da Vila Ferraz.

 

 

 

Pessoas - Nestor de Oliveira Pinto


Foto da década de 1950 mostrando o Sr. Nestor de Oliveira Pinto da Silva que, durante várias décadas, foi proprietário da famosa e conhecida Farmácia São Paulo, situada na Av. Dr. Januário Miráglia, em Vila Abernéssia, atualmente, Drogaria Avenida, situada um pouco antes da Agência II do Banco do Brasil e Fórum Dr. José Carlos de Macedo Soares. O Sr. Nestor foi casado com a professora Matilde, mostrada na foto anterior.

 

 

 

Pessoas - Harly Trench - Professor


Foto da década de 1950 mostrando o professor Harly Trench que, durante várias décadas residiu em Campos do Jordão com sua família. O professor Trench como era mais conhecido, durante vários anos, fez parte da administração da COPEL - Construções Projetos e Engenharia Ltda., estabelecida em Campos do Jordão durante um período de 14 anos. Nesse período foi responsável pela construção de 85 obras diversas, entre casas para turistas, hotéis, prédios de apartamentos, etc..

 

 

 

E.F.C.J. - Afonso dos Santos


Foto da década de 1960 mostrando o Sr. Afonso dos Santos que, durante muitos anos, trabalhou na Estrada de Ferro Campos do Jordão, tendo sido Agente e Chefe das Estações de Vila Abernéssia e Emílio Ribas, em Vila Capivari.

 

 

 

Pessoas - José Ferreira Areal


Foto da década de 1960 mostrando o Sr. José Ferreira Areal. O seu Areal como era mais conhecido, era uma pessoa polêmica em Campos do Jordão. De muito bom coração, mas de personalidade, sinceridade e comportamento marcante. O que ele tinha para falar falava e não se importava a quem, gostando ou não. Foi vereador à Câmara Municipal de Campos do Jordão na legislatura 01.01.1956 a 31.12.1959. Trabalhou durante vários anos, como administrador do Mercado Municipal de Campos do Jordão e conseguiu, às duras penas, colocar ordem nesse local público e, também, em vários logradouros públicos do Centro Comercial da Vila Abernéssia. Foi Presidente e um ótimo presidente do Abernéssia Futebol Clube, especialmente, numa época bastante difícil e conturbada.

 

 

 

Pessoas - Julio Riggiero


Foto da década de 1960 mostrando o Sr. Julio Ruggiero. Seu Julio como era mais conhecido, foi um maravilhoso e saudoso comerciante de Campos do Jordão, durante algumas décadas. Foi o idealizador e proprietário da tradicional e saudosa Mercearia Ana Maria, homenageando sua filha mais velha a Aninha Ruggiero. Essa Mercearia era estabelecida quase em frente à Estação de Vila Abernéssia, da Estrada de Ferro Campos do Jordão, entre a Foto Abernéssia do saudoso Sr. Manoel Luiz Ferreira e do tradicional e famoso Bar, Restaurante e Confeitaria LÍT, depois Elite, da laboriosa e, também saudosa, família Cintra.

 

 

 

Pessoas - Domingos Pimentel - Dentista


Foto da década de 1950 mostrando o saudoso Dr. Domingos Pimentel. Dr. Pimentel como era mais conhecido, foi, durante várias décadas, prestigiado, disputado e querido cirurgião dentista em Campos do Jordão. Seu método de trabalho diferençado era admirado por todos seus clientes que, na realidade, acabavam seus amigos. Depois de trabalhar aqui em Campos do Jordão, em seu consultório situado na Rua Brigadeiro Jordão, em Vila Abernéssia, mudou-se para a cidade de São José dos Campos onde continuou trabalhando por muitos anos.

 

 

 

Pessoas - Walter Barros Vasconcellos


Foto do dia 17 de junho de 1986 quando o Sr. Walter Barros Vasconcellos recebeu, durante reunião especial da Câmara Municipal de Campos do Jordão, o seu merecido título de “Cidadão Jordanense”. Walter, durante várias décadas, foi o dedicado e competente Oficial do Cartório do Segundo Ofício e Notas da Comarca de Campos do Jordão.

 

 

 

Hotéis - Willie Schlote


Foto da década de 1960 mostrando o saudoso Sr. Willie Schlote. Foi, durante vários anos, Chefe dos garçons e responsável pelo Bar do Grande Hotel. Um dos alemães tripulantes do famoso navio alemão Windhuk que, em plena guerra, fugindo das embarcações da marinha inglesa, ancorou no porto de Santos no dia 07 de dezembro de 1939. Esses alemães do Windhuk se destacaram no ramo da hotelaria de Campos do Jordão como barmens, cozinheiros, garçons, maîtres d´hotel, gerentes de hotéis, cabeleireiros, confeiteiros, enfim, em atividades ligadas ao ramo da hotelaria e do bom atendimento ao turista.

 

 

 

Pessoas - Adib Yazbeck


Foto da década de 1960 mostrando o conhecido locutor Adib Yazbeck, de voz grossa e rouca, da saudosa Radioemissora de Campos do Jordão, a nossa ZYL-6, a mais alta do Brasil, pertencente à Cadeia Verde Amarela Norte Sul, da Rádio Bandeirantes de São Paulo. Adib como era mais conhecido, prestou relevantes serviços para a nossa Radioemissora, apresentando programas inesquecíveis, divulgando notícias, esportes e participando de inúmeras entrevistas importantes para a história de Campos do Jordão. Foi vereador à Câmara Municipal de Campos do Jordão na legislatura 01.01.1973 a 31.12.1976.

 

 

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