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Fotografias Semanais que contam a
 história de Campos do Jordão.

de 02/12 a 08/12/2011

 

 

Paisagens - Cascata da Fonte Renato


Uma das lindas cascatas formadas pelo pequeno riacho, formado com límpidas águas oriundas da famosa Fonte Renato, situada nas terras de propriedade do saudoso Grande Hotel Campos do Jordão, atualmente, Grande Hotel Senac, do Serviço Nacional do Comércio.

O acesso para a Fonte Renato era pela Rua Roberto Jeffery que passa ao lado da Parada Damas, da Estrada de Ferro Campos do Jordão, a pouco mais de quatrocentos metros depois da ponte sobre o rio Capivari. Esse trecho após a ponte, passou a chamar-se Rua Renato Ribeiro, ficando a fonte à esquerda do final dessa Rua. As terras onde estava situada a Fonte Renato, pertenceram, anteriormente, ao Sr. Benigno Ribeiro que, na época, em homenagem, deu à fonte, o nome de seu filho Renato.

Lembrou-me o amigo Peter Böhme, filho do saudoso Sr. Heinz Böhme (Hans), famoso cabeleireiro de Campos do Jordão, que trabalhou muitos anos nessa profissão no famoso Salão de Beleza do Grande Hotel, que, em determinada época, a administração do Hotel, mandou construir um paredão de pedra no curso do riacho, mais ou menos no local onde a foto foi tirada. Esse riacho, em linha reta, vinha da direção da Gruta dos Crioulos. Com o represamento da água desse riacho a água da cascata caia diretamente dentro da enorme “piscina” que foi formada, que acabou sendo conhecida como a “piscina” do Grande Hotel.

Embora a água da “piscina” fosse totalmente límpida, hóspedes não se arriscavam nadar. A água era demasiadamente fria. Alguns corajosos, primeiramente por adentrarem a propriedade do hotel sem autorização, tinham a audácia de arriscar alguns mergulhos na água gelada. Peter lembra que ele e o Ricardo, filho do Sr. Willibald Bartl, maître do Grande Hotel, também arriscavam alguns mergulhos.

Até a década de 1970 era possível passear pela linda e extensa mata do Grande Hotel, admirar toda sua natureza exuberante, esse regato com suas pequenas cachoeiras e ir beber a pura e maravilhosa água da Fonte Renato.

 

 

 

Históricas - Vila Paulista


Esta é uma foto rara e histórica, da década de 1960, mostrando a entrada da atual Vila Paulista. O trecho em que as crianças estão passeando a cavalo é a atual Rua Joaquim Corrêa Cintra, situado ao lado da propriedade da Associação Cristã de Moços - ACM, próximo à ponte existente logo após o atual Cartório de Registro de Imóveis e o Lava rápido “Los Manos”.

Um pouco mais atrás, o início da atual Rua professora Dora Lygia C. Richieri e, ao fundo da foto, a casa que foi a sede dos Albergues da Juventude, situada na Rua Brigadeiro Jordão, onde, atualmente, está sediado o Museu da Imagem e do SOM - MIS, da Prefeitura Municipal de Campos do Jordão.

Comparando esta foto com a imagem atual do local, não existe qualquer semelhança. A única coisa que, ainda é parecida, é a casa onde está o Museu da Imagem e do Som.

 

 

 

Históricas - Vila Paulista


Mais uma foto rara e histórica, mostrando mais um pouco da atual Vila Paulista. O trecho em que as crianças estão passeando a cavalo é próximo do local da foto anterior, a atual Rua Joaquim Corrêa Cintra, situado ao lado da propriedade da Associação Cristã de Moços - ACM.

No centro da foto, a área onde está localizada a sede da A.C.M. e, um pouco mais acima, a área onde está localizado o Colégio Theodoro Corrêa Cintra, o famoso, tradicional T.C.C.. O morro que aparece ao fundo e as demais áreas existentes nas proximidades, atualmente, estão todas tomadas por lindas residências de pessoas que moram em Campos do Jordão e, também, por alguns turistas que, aqui, mantém suas casas de férias.

 

 

 

Históricas - Café Terraço dos lagos


No final da década de 1950, o maravilhoso, saudoso e aconchegante “Café Terraço dos Lagos”.

Na época desta foto, tanto como o prédio do “Café Terraço”, como o prédio inacabado do “Hotel dos Lagos”, iniciado na década de 1940, estavam arrendados para uma sociedade que tentou aqui instalar o “Country Clube de Campos do Jordão”. Esse clube, provisoriamente, ocupou as dependências do prédio inacabado que, estava sendo especialmente construído pela Família Caravelas, com a intenção de nele instalar um dos melhores hotéis de Campos do Jordão, com a denominação de “Hotel dos Lagos”.

No local onde funcionava o histórico “Café Terraço dos Lagos”, local de muitas inesquecíveis e saudosas histórias de nossa juventude escolar, foi utilizado por algum tempo, pelo Country Clube, com o nome de “Iate Clube Campos do Jordão”

Depois de algum tempo, acredito que pelo fato do prédio estar com a construção paralisada, a idéia do Country Clube não prosperou. Retomando a posse do imóvel, a família Caravelas acabou vendendo-o para um grupo de São Paulo que, após conclusão da construção, nele instalou o famoso e badalado “Orotour Garden Hotel”, hotel categoria cinco estrelas que, engrandece a hotelaria Jordanense.

 

 

 

Paisagens - Lago do Umuarama


Foto da década de 1950 mostrando parte do maravilhoso e bucólico lago, situado nas proximidades do, então badalado e tradicional, Hotel Umuarama.

Esse lago, normalmente bem povoado com patos, marrecos e gansos e, também, muitos pequenos paturis selvagens, era local muito procurado por Jordanenses e, especialmente pelos hóspedes do Hotel Umuarama e turistas que iam visitá-lo, aproveitando para dar um passeio de barco a remo, como mostrado na foto. Também, muitas pessoas, especialmente jovens Jordanenses, aproveitavam o local maravilhoso para fazer inesquecíveis piqueniques e namorar.

OBS: Foto gentilmente cedida pelo amigo Cláudio Laszlo.

 

 

 

Paisagens - Lago do Umuarama


Mais uma linda foto da década de 1950 mostrando parte do maravilhoso e bucólico lago, situado nas proximidades do, então badalado e tradicional, Hotel Umuarama.

Esse lago, normalmente bem povoado com patos, marrecos e gansos e, também, muitos pequenos paturis selvagens, era local muito procurado por Jordanenses e, especialmente pelos hóspedes do Hotel Umuarama e turistas que iam visitá-lo, aproveitando para dar um passeio de barco a remo, como mostrado na foto, onde crianças e adultos, se divertem e aproveitam especial momento de lazer e descontração. Também, muitas pessoas, especialmente jovens Jordanenses, aproveitavam o local maravilhoso para fazer inesquecíveis piqueniques e namorar.

Somente a oportunidade de sentar num dos bancos existentes junto ao lago, poder ficar olhando a maravilhosa, aconchegante e tranqüilizante paisagem, vendo os patos nadando, as pessoas se divertindo nos passeios de barcos, já era mais que suficiente para acalmar, relaxar e reconfortar.

OBS: Foto gentilmente cedida pelo amigo Cláudio Laszlo.

 

 

 

Históricas - Praça da Bandeira - 1940


No início da década de 1940 a inauguração da atual Praça da Bandeira, o conhecido Jardim de Vila Abernéssia.

Do lado esquerdo da foto, parte do lindo, magnífico e tradicional prédio do “Palacete Olivetti”, construído pelo Sr. Próspero Olivetti, a partir do ano de 1919 e inaugurado no ano de 1921. Este prédio é praticamente o mais antigo prédio de Campos do Jordão. Lamentavelmente, aos poucos, esse prédio vem tendo suas características alteradas. Na seqüência, o prédio que pertencia à Companhia Sul Mineira de Eletricidade - CSME, posteriormente, totalmente reformado, pertencente à CESP e, atualmente, sede da Receita Federal. A seguir, os prédios onde estiveram estabelecidas a Casa Jarbas e depois a Rematec - Revendedora de Materiais para Construção, o atacadista de gêneros alimentícios Nestor Pereira Pina S/A, Hotel São Francisco e o prédio onde, atualmente, está sediado o Cartório do Primeiro e Segundo Ofícios.

Do lado direito da foto, o telhado do antigo Mercado Municipal de Vila Abernéssia, local onde hoje está sediado o Fórum Embaixador José Carlos de Macedo Soares.

OBS: Foto gentilmente cedida pela família do saudoso amigo Condelac Chaves de Andrade.

 

 

 

Históricas - Represa da Usina - 1940


Foto da década de 1940 mostrando a linda e bem cuidada Represa da Usina, situada nas proximidades da atual Vila Britânia, no caminho de acesso ao antigo Sanatório Ebenezer e ao tradicional Hotel Umuarama.

A represa da Usina, na época, pertencente à antiga companhia de eletricidade de Campos do Jordão, passou posteriormente para a CSME - Companhia Sul Mineira de Eletricidade. Essa represa tinha finalidade de represar as águas dos rios da região ao longo do caminho de acesso ao Bairro do Umuarama. Essas águas, com o necessário peso, adquirido pelo represamento, através de tubulação especial de grosso calibre, eram transportadas por um percurso de aproximadamente 900 metros, até à Usina Evangelina Jordão. A Usina foi construída por Alfredo Jordão Junior e Robert John Reid, em terras deste último, sendo inaugurada em 15 de agosto de 1919, estava situada no final da atual Rua Álvaro Alvim, no bairro conhecido com Bairro da Usina. Na Usina essa água tubulada, impulsionava as turbinas necessárias à geração da energia elétrica que seria distribuída para o abastecimento de parte da cidade de Campos do Jordão. Outra parte da cidade era abastecida com a energia elétrica gerada na antiga Usina do Fojo, até hoje existente, sendo mantida como relíquia histórica de uma época memorável.

Essa Represa praticamente não existe mais. Atualmente, resfolegando dentre entulhos e grande assoreamento, o pequeno riozinho consegue, às duras penas, atravessar a região e seguir, com grande dificuldade, o seu curso até desaguar em outros rios que, também, sofrem as mesmas dificuldades de curso.

Nas proximidades do local onde existia essa linda e importante Represa, parte integrante da nossa história, vários loteamentos populares e até clandestinos, tomaram conta da nobre região de Campos do Jordão, dentre eles: Jardim Monte Carlo e Cachoeirinha.

A paisagem que aparece na foto foi, em diversas oportunidades, valiosa fonte de inspiração do nosso querido e saudoso Professor Camargo Freire, grande, renomado e premiado pintor que retratou com perfeição e propriedade, as paisagens de Campos do Jordão. Vários de seus quadros foram pintados aproveitando a paisagem maravilhosa, enfeitada pela linda represa. O Professor Camargo trafegou inúmeras vezes por toda essa região. Quando veio para cá, na década de 1940, em busca da cura para a tuberculose, ficou internado no antigo e histórico Sanatório Ebenezer, situado nas proximidades, no Bairro Umuarama.

Na foto, a senhora e duas crianças, acredito, em pleno verão jordanense, aproveitam essa rara oportunidade para se refrescar nas águas límpidas e frias da Represa da Usina.

OBS: Foto gentilmente cedida pelo amigo Cláudio Laszlo.

 

 

 

Históricas - O muro da Chácara


A foto do ano de 1925 mostra a fase conclusiva da construção do muro de arrimo da Chácara de propriedade de Joaquim Ferreira da Rocha, onde foi construída a primeira casa de alvenaria de Vila Abernéssia, no ano de 1914.

Essa propriedade pertenceu a meu avô Joaquim Ferreira da Rocha até o ano de 1951 quando foi vendida para a Irmandade do Sagrado Coração de Jesus de São Paulo. No local está instalada a sede da ASSISO, Entidade Assistencial, situada nas proximidades do atual Supermercado Maktube, antigo Paratodos.

Um pouco da história:

Meu avô Joaquim Ferreira da Rocha foi companheiro e era conterrâneo de Sebastião de Oliveira Damas. Nasceram na mesma Cidade de Castelo de Paiva, Portugal. Chegou a Campos do Jordão junto com a Estrada de Ferro Campos do Jordão, no ano de 1914. Foi subempreiteiro de serviços durante a construção da Estrada de Ferro Campos do Jordão. Anteriormente, já havia trabalhado ao lado do amigo Sebastião de Oliveira Damas, construindo muros de arrimo e vãos de pedras sobrepostas em pontilhões ao longo de ferrovias, especialmente, durante a construção de trecho da Companhia de Estrada de Ferro, de Agudos a Piratininga, e na Estrada de Ferro Sorocabana, o trecho de Faxina, hoje Itapeva, a Itararé, além de outros serviços. Adquiriu larga experiência nesse tipo de construção. Foi o responsável pela construção dos muros de arrimo, nas encostas íngremes, dos cortes efetuados na Serra da Mantiqueira e vãos de pedras sobrepostas dos pontilhões de águas pluviais ao longo da ferrovia até os Campos do Jordão.

Floriano Rodrigues Pinheiro, português, natural de Castelo de Paiva, também conterrâneo do Empreiteiro da Ferrovia, Sr. Sebastião de Oliveira Damas, veio para o Brasil bastante jovem, trazido pelo próprio Sr. Sebastião. Chegou a Campos do Jordão, no ano de 1914, juntamente com a construção da Estrada de Ferro Campos do Jordão. Na época da construção da ferrovia, de profissão "canteiro", especializado na arte da "cantaria" ou seja, especializado em trabalhos com pedras, teve papel importante na construção dos pilares da Ponte Metálica sobre o Rio Paraíba.

Floriano Rodrigues Pinheiro radicou-se definitivamente em Campos do Jordão e nunca mais saiu. Casou-se com Isabel, filha do casal Joaquim Ferreira da Rocha e Maria Gütler Rocha. Joaquim, seu sogro, também era seu conterrâneo de Castelo de Paiva, Portugal.

Floriano, na década de 1920, montou, juntamente com o sogro, Joaquim Ferreira da Rocha, uma das primeiras Construtoras de Campos do Jordão a "Rocha e Pinheiro". Mais tarde, com a aposentadoria do sogro, a Construtora passou para sua propriedade e responsabilidade, perdurando até meados da década de 1980.

Na foto, alguns operários que trabalhavam na construção do muro de arrimo, comandados pelo Sr. José Ignácio Caldeira, o terceiro da esquerda para a direita, pai do saudoso Marcos Damas Caldeira que, dedicou grande parte de sua vida e trabalho em prol da Companhia Telefônica de Campos do Jordão, na época, pertencente à Estrada de Ferro Campos do Jordão.

Esse muro é realmente histórico. Ele foi habilmente construído sob o comando do experiente Sr. José Ignácio Caldeira, amigo íntimo de meu avô Joaquim Ferreira da Rocha que o contratou para a execução desse importante muro de arrimo, serviço de grande responsabilidade para a época considerando que, naquele tempo, pouco se sabia sobre concreto armado e ferragens de amarração, sustentação e apoio. As grandes pedras eram sobrepostas uma sobre a outra sem a utilização de cimento para fixação e rejunte.

Com a grande e vasta experiência mencionada, adquirida por Joaquim Ferreira da Rocha, na construção de muitos muros de arrimo. Também, com a experiência adquirida por seu genro Floriano Pinheiro, especialmente, durante a construção da Estrada de Ferro Campos do Jordão. Todas elas, somadas à experiência e grande amizade entre estes e o Empreiteiro Sr. José Ignácio Caldeira, responsável contratado por meu avô Joaquim Ferreira da Rocha, para a construção do muro de arrimo da sua chácara acima referida, o sucesso do trabalho bem feito, pode ser admirado e comprovado na foto e até os dias atuais, depois de quase um século.

Muitos muros de arrimo construídos na atualidade, com alta tecnologia e progressos da engenharia, contando com a utilização do concreto armado, ferros de diversos calibres e implantação de vigorosas vigas atirantadas, infelizmente, já vieram ao chão em muito pouco tempo.

Também na foto, já mais ao alto, da esquerda para na direita, meu pai Waldemar Ferreira da Rocha e minhas tias Emília e Palmyra, filhos de Joaquim F. Rocha. A tia Palmyra nasceu em 22/01/1910, na Cidade de Faxina, atual Itapeva-SP., quando seu pai Joaquim, como mencionado anteriormente, trabalhava na construção da Estrada de Ferro Sorocabana, no trecho de Faxina, hoje Itapeva. Foi a última descendente da família, falecendo em 04/08/2011 com mais de 101 anos de idade. Antes dela, outra irmã Maria Ferreira da Rocha, a Cotinha de história constante em uma das crônicas disponibilizadas neste site, também já havia nascido na mesma cidade, em 02.01.1908.

 

 

 

Históricas - Abernéssia - ano 1935


É importante notar que essa foto mostra claramente que, ainda não existia a pista da Av. Dr. Januário Miráglia que, atualmente passa em frente ao atual Espaço Cultural Dr. Além. Existia nessa época, somente uma pista que ligava Vila Abernéssia às Vilas Jaguaribe e Capivari, através da avenida de ligação, uma estrada de terra, também conhecida como Volta Fria.

Bem à direita da foto, no início, a área onde hoje está o Pólo de Estacionamento de Vila Abernéssia, onde, aos sábados, é montada a nossa tradicional Ferinha. Em seguida, a área que, alguns anos mais tarde, passou a ser identificada como Parque dos Cedros, devido sua ornamentação ter sido composta com espécies desse tipo de vegetação.

Mais ao centro, do lado direito da avenida de ligação, com alguns pinheiros e cedros, o local onde, posteriormente, foi instalada a sede do Abernéssia Futebol Clube, o prédio do famoso Pensionato Maria Auxiliadora, algumas casas e prédios comerciais. Quase em frente, no meio da foto, à esquerda, um aglomerado de árvores onde esteve sediado o lindo prédio pertencente a Dona Maria Camargo, posteriormente, utilizado por vários anos, com sede da Prefeitura Municipal de Campos do Jordão, lamentavelmente demolido. Ao lado, o terreno onde, mais tarde, na década de 1940, foi construído o famoso e saudoso Cine Glória, atualmente Espaço Cultural Dr. Além; Na seqüência, a antiga casa que abrigou o Cartório do Registro Civil, posteriormente, local onde foi construída a sede do Banco Mercantil de São Paulo, atualmente sede das “Casas Bahia”, o antigo e famoso prédio do Cinema Jandyra, mesmo local onde hoje está localizada a Papelaria Aquarela; a Estação de Vila Abernéssia, da Estrada de Ferro Campos do Jordão; os prédios do antigo almoxarifado da Prefeitura e Mercado Municipal.

Mais acima, na Rua Brigadeiro Jordão, alguns prédios ainda existentes como o Palacete Olivetti, antiga sede do Hotel Montanhês, do Sr. Wolfgang Böhme e esposa Dona Érika, outros já demolidos. Poucos prédios e poucas casas existiam nessa época na parte central da Vila Abernéssia, não atingindo a casa das cem unidades.

 

 

 

Paisagens - Bela Foto montagem


Bela foto montagem da década de 1950, considerando que esse tipo de helicóptero jamais sobrevoou as terras Jordanense. A foto mostra também, a linda região, inicialmente denominada Fazenda Correntinos e, posteriormente, Descansópolis, com o famoso e tradicional Hotel Rancho Alegre, ao centro.

O nome Descansópolis, foi idealizado por Henry Jean Jacques Perroy, local onde residiu com a família durante várias décadas.

Perroy, como era comumente chamado, quando comprou vasta área das terras denominadas Fazenda Correntinos, com 700 alqueires, posteriormente, denominou-as Descansópolis.

Em 1942, adquirindo mais terras, por intermédio da Agricobraz – Sociedade da Expansão Agrícola e Comercial Ltda., de sua propriedade, Henry Jean Jacques Perroy criou vários loteamentos e construiu residências, dando a cada um deles os nomes de seus filhos – Chantal, Marie-France, Cristiane, Bernard e Olivier. Também criou os loteamentos Águas Claras e Passos na Mantiqueira.

Henry Jean Jacques Perroy foi o idealizador do famoso e tradicional Hotel Rancho Alegre, que dignificou a classe hoteleira de Campos do Jordão nas décadas de 1940 a 1960, também fervoroso propagador das qualidades climáticas e naturais de Campos do Jordão, divulgando-as no país e no exterior, vislumbrando no desenvolvimento da "indústria sem chaminés" a única alternativa de progresso da Estância.

OBS:Acredito que essa foto montagem seja da autoria do saudoso amigo e grande fotógrafo, Orestes Mário Donato.

 

 

 

Históricas - Piscina doRancho Alegre


Foto do ano de 1953 mostrando a tradicional, famosa e badalada piscina de água aquecida pertencente ao tradicional Hotel Rancho Alegre.

O Hotel Rancho Alegre foi idealizado por Henry Jean Jacques Perroy, dignificando a classe hoteleira de Campos do Jordão nas décadas de 1940 a 1960. Perroy foi também, fervoroso propagador das qualidades climáticas e naturais de Campos do Jordão, divulgando-as no país e no exterior, vislumbrando no desenvolvimento da "indústria sem chaminés" a única alternativa de progresso da Estância.


 

 

 

Hotéis - Hotel Umuarama - 1940


Na foto, da década de 1940, o tradicional e famoso “Hotel Umuarama”, onde os amigos se encontram, e os turistas também encontram um ambiente de conforto, beleza e alegria de viver.”. Foi assim que Condelac Chaves de Andrade escreveu na identificação da foto do Hotel Umuarama, inserida no seu famoso ALBUM - Almanaque histórico de Campos do Jordão, publicado no ano de 1948.

Esse Hotel foi inaugurado no ano de 1929 por entidades evangélicas com finalidade turística no Bairro que ficou até hoje conhecido como Umuarama, a oito quilômetros do centro de Vila Abernéssia.

O conceituado Hotel Umuarama, foi dos primeiros a pertencer à nossa rede Hoteleira de Campos do Jordão, prestando relevantes serviços durante várias décadas. Esse hotel foi, por muitos anos, dirigido pelos Srs. Paulo Morais e Daniel Perret, casado com a Professora Clara Perret de saudosa memória, excelente e dedicada professora de francês do nosso Colégio e Escola Normal Estadual de Campos do Jordão - CEENE. Posteriormente, a partir da década de 1960, esse prédio foi desativado como Hotel e passou a abrigar colônia de férias/da Universidade Mackenzie de São Paulo.

 

 

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