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Fotografias Semanais que contam a
 história de Campos do Jordão.

de 17/12 a 23/12/2010

 

 

Artes Plasticas - A arte de Dona Sumiko Otaki


A linda pintura da Sra. Sumiko Otaki, mostrando um cesto com laranjas. A Sra. Sumiko foi casada com o saudoso Sr. Yoshio Otaki, mais conhecido com Seo Luiz Otaki, antigo proprietário da tradicional e conceituada Padaria Emílio Ribas, situada na Rua Djalma Forjaz, em Vila Capivari, que funcionou até a década de 1980, prestando relevantes serviços para a cidade de Campos do Jordão.

 

 

 

Arquitetura - Um dos prédios mais antigos da cidade


Uma das mais antigas construções de Vila Abernéssia. Essa casa, durante as décadas de 1940 e 1950 foi a residência da Família cujo Patriarca foi o Sr. Santo Scófano, antigo e conceituado comerciante de Campos do Jordão.

Seo Santo Scófano foi comerciante de peixes e frutos do mar, por mais de trinta anos, estabelecendo-se com o mesmo ramo, no antigo e tradicional Mercado Municipal de Campos do Jordão, situado no local onde hoje está a segunda agência do Banco do Brasil, até pouco tempo, Agência da Nossa Caixa Nosso Banco. Sua simpatia e habilidade com os peixes, até hoje são lembradas pelas pessoas mais antigas da cidade. Cada cliente era um grande amigo e, toda vez que ia comprar peixes ou frutos do mar, recebia as orientações necessárias para o seu preparo à moda da tradicional e maravilhosa cozinha italiana.

Essa casa, posteriormente, abrigou por vários anos a “Casa da Juventude”, pertencendo à conhecida rede internacional dos Albergues da Juventude, possibilitando aos jovens de todo Brasil e de várias cidades do mundo, a oportunidade de conhecer Campos do Jordão, hospedando-se em local com preço extremamente reduzido.

Atualmente, há mais de vinte anos, essa casa abriga o M.I.S - Museu da Imagem e do Som, pertencente à Prefeitura Municipal da Estância de Campos do Jordão.

 

 

 

Energia Elétrica - A antiga represa da Usina em 1915


Foto do ano de 1915 mostrando fase de implantação da Represa da Usina, situada nas proximidades da atual Vila Britânia, no caminho de acesso ao antigo Sanatório Ebenezer e ao tradicional Hotel Umuarama.

A represa da Usina, na época, pertencente à antiga companhia de eletricidade de Campos do Jordão, passou posteriormente para a CSME - Companhia Sul Mineira de Eletricidade. Essa represa tinha finalidade de represar as águas dos rios da região ao longo do caminho de acesso ao Bairro do Umuarama. Essas águas, com o necessário peso, adquirido pelo represamento, através de tubulação especial de grosso calibre, eram transportadas por um percurso de aproximadamente 900 metros, até à Usina Evangelina Jordão. A Usina foi construída por Alfredo Jordão Junior e Robert John Reid, em terras deste último, sendo inaugurada em 15 de agosto de 1919, estava situada no final da atual Rua Álvaro Alvim, no bairro conhecido com Bairro da Usina. Na Usina essa água tubulada, impulsionava as turbinas necessárias à geração da energia elétrica que seria distribuída para o abastecimento de parte da cidade de Campos do Jordão. Outra parte da cidade era abastecida com a energia elétrica gerada na antiga Usina do Fojo, até hoje existente, sendo mantida como relíquia histórica de uma época memorável.

Essa Represa praticamente não existe mais. Atualmente, resfolegando dentre entulhos e grande assoreamento, o pequeno riozinho consegue, às duras penas, atravessar a região e seguir, com grande dificuldade, o seu curso até desaguar em outros rios que, também, sofrem as mesmas dificuldades de curso.

Nas proximidades do local onde existia essa linda e importante Represa, parte integrante da nossa história, vários loteamentos populares e até clandestinos, tomaram conta da nobre região de Campos do Jordão, dentre eles: Jardim Monte Carlo e Cachoeirinha.

A paisagem que aparece na foto foi, em diversas oportunidades, valiosa fonte de inspiração do nosso querido e saudoso Professor Camargo Freire, grande, renomado e premiado pintor que retratou com perfeição e propriedade, as paisagens de Campos do Jordão. Vários de seus quadros foram pintados aproveitando a paisagem maravilhosa, enfeitada pela linda represa. O Professor Camargo trafegou inúmeras vezes por toda essa região. Quando veio para cá, na década de 1940, em busca da cura para a tuberculose, ficou internado no antigo e histórico Sanatório Ebenezer, situado nas proximidades, no Bairro Umuarama.

 

 

 

Escolas - O Salão Nobre da nossa vida


O saudoso e imponente Auditório do CEENE - Colégio e Escola Normal Estadual de Campos do Jordão, na década de 1950, preparado para alguma solenidade programada. Na foto, dentre outros, os saudosos Professores Jofre Alves Furquim e Cônego João Maria R. da Silva, conhecido por todos como Padre João e Theodoro Corrêa Cintra.

Todas as festividades realizadas no Salão Nobre do antigo CEENE - Colégio e Escola Normal Estadual de Campos do Jordão, nas décadas de cinqüenta e sessenta, tinham um sabor especial de FESTIVAL.

É imprescindível e necessário registrar que todas as classes, tanto do curso ginasial, quanto do colegial, científico e normal cabiam dentro do Salão Nobre que, embora hoje não pareça tão grande e não tenha a capacidade de abrigar tantos alunos e seus professores, naquela época era enorme e abrigava com muita majestade e dignidade os cultos professores e seus discípulos daquelas gloriosas e saudosas décadas.

Uma festividade qualquer, quando era realizada no Salão Nobre do Colégio, se revestia de uma formalidade invejável, maravilhosa e inesquecível.

Nesse Salão Nobre, além das reuniões normais em que o diretor e os professores tinham a necessidade de repassar aos seus alunos alguma inovação, algum aviso especial, algum comunicado de ordem interna ou até externa e relacionada ao contexto municipal, estadual ou nacional, eram realizadas as festividades de entrega de diplomas, apresentações musicais, artísticas e literárias, organizadas pelos professores, algumas vezes com a participação destes e, sem dúvida, com a participação essencial de seus prestimosos alunos.

Nesse Salão Nobre, ficaram eternizadas na memória de todas aqueles que puderam, de alguma forma, participar dessas reuniões ou apenas presenciar, as lindas e inesquecíveis apresentações do Coral do Colégio, organizado, treinado e dirigido pelas professoras de Música e Canto Orfeônico Aurora, Germânia Margoni e o professor Bruno, as magníficas manifestações individuais de vários alunos daquela época, os discursos clássicos, catedráticos, culturais, cheios de conteúdo cívico e fluentes dos queridos mestres: Reverendo Oswaldo Alves, Jofre Alves Furquim, Imídeo Giusepe Nérice, Rosalvo Madeira Cardoso, Raul Pedroso de Moraes, Gad Aguiar, Gustavo Leopoldo Marissäel de Campos, José Domingos da Silveira, Antonio Oirmes Ferrari, Expedito Camargo Freire, Wilson Antonio Amato, José Firmino de Mello, Cecília Almeida Leite Murayama, Anna Maria Barbosa,Guido Machado Braga, Vanda Kara José Pinheiro, José Firmino de Mello João Gualberto Mafra Machado, Douglas Peres Belomo, Georgina Del Bianco, Maria José Ávila, Aparecida Miranda, entre tantos outros.

 

 

 

Esportes - Equipe de futebol - Ano 1939


Equipe do Campos do Jordão Futebol Clube no ano de 1939, no campo de futebol existente na propriedade pertencente ao Campos do Jordão Tênis Clube, em Vila Capivari.

Nessa época, o distintivo do Campos do Jordão F. Clube, ainda não era o tradicional, com as iniciais C.J.F.C., parecido com o do São Paulo Futebol Clube que tem as iniciais S.P.F.C..

Na foto, agachados, da esquerda para a direita: Waldemar Ferreira da Rocha, Augusto Barsaline, João Ferreira da Rocha, Djalma, Zinho Preto e José de Oliveira, o conhecido Zé Bernardino, deitado como goleiro.

Em pé, na mesma ordem: Mariano Monteiro, não identificado, Leonardo Poli, Adelino e Otacílio.

 

 

 

E.F.C.J. - Festividade na E.F.C.J - ano 1988


No ano de 1988, na cidade de Pindamonhangaba, nas dependências da Estrada de Ferro Campos do Jordão, durante festividade comemorativa da inauguração da ferrovia, ocorrida em 15 de novembro de 1914, as seguintes pessoas que aparecem na foto:

Da esquerda para a direita: No primeiro plano, três pessoas não identificadas. Em segundo plano: Sr. Lázaro, Mestre de Linhas da EFCJ (de bigode), José Olegário César e Silva, Prefeito Municipal da cidade de Santo Antonio do Pinhal, Não identificado, Paulo de Oliveira, o popular Paulo Aço, funcionário aposentado da ferrovia; atrás, Paulo Ramos de Melo, João Carlos de Oliveira (28/05/1954 - 29/05/1999), filho do Paulo Aço, o conhecido e famoso recordista mundial de salto triplo, João do Pulo, com título conquistado nos Jogos Pan-americanos do ano de 1975, na cidade do México, com a fenomenal marca de 17 metros e oitenta e nove centímetros; atrás, de óculo, Fernando Marcondes, talvez o Professor Alfredo de Andrade, o popular Una, Engenheiro Fausi Paulo e Dr. Jair Rocha Pinheiro, respectivamente, Prefeito e Vice-Prefeito Municipal da cidade de Campos do Jordão; Engenheiro Arthur Ferreira dos Santos, Diretor da Estrada de Ferro Campos do Jordão, atrás, Dr. Ângelo Paes da Silva: mais à direita, Radialista J. Marcondes, e Acyr de Almeida.

 

 

 

Famílias - A tradicional Família Bustamante


Na foto, o Patriarca da Família Sr. José Bustamante, conhecido carinhosamente por Seo Zezinho Bustamante, antigo e maravilhoso motorista dos ônibus da saudosa Empresa de Ônibus Hotel dos Lagos S/A., responsável pelo transporte coletivo entre as Vilas de Campos do Jordão, posteriormente, a pioneira no transporte de turismo, à sua esquerda, a esposa e Matriarca Sra. Ana.

As filhas, de cima para baixo, da esquerda para a direita: Coaraci, Lázara, Luzia, Ana Célia, Raimundo e Graça.

 

 

 

Festividades - A alegria das aulas de francês


Na década de 1950, no CEENE - Colégio e Escola Normal Estadual de Campos do Jordão, a Professora de Francês, a saudosa Professora Clara Perret, ao piano, com certeza, ensaiando com seus alunos a tradicional música utilizada didaticamente para o ensino da língua francesa “Alouette”, com a seguinte letra:



ALOUETTE

Alouette, gentile Alouette,
Alouette, je te plumerai.
Je te plumerai la tete,
Je te plumerai la tete,
Et la tete, et la tete, OH!
Alouette, gentile Alouette,
Alouette, je te plumerai.
Alouette, gentile Alouette,
Alouette, je te plumerai.
Je te plumerai le bec,
Je te plumerai le bec,
Et le bec, et le bec,
Et la tete, et la tete, OH!
Alouette, gentile Alouette,
Alouette, je te plumerai.
Repeat, using:
Le nez; Le dos; Les jambes;
Les pieds; Les pattes; Le cou.

BR> Na foto, da esquerda para a direita, dentre outros não identificados: Aracy Ribeiro, Dora Lygia Cersósimo, Janete Nejar, Dulcy Martins de Almeida, Juvenal Rocha Pinheiro, o conhecido Daval, Azaury Ribeiro, Luiz Carlos Pinotti, Não identificado, Aulus Plautus Barbosa de Souza e Rolf Dieter Buckman.

 

 

 

Flora e Fauna - A Lenda da Cambachirra


Quem não conhece as cambaxirras - essas avezinhas castanho-escuras e travessas que ficam pulando nos muros, nos galhos das árvores, e nos beirais dos telhados... sempre na proximidade dos homens... e à procura de larvas, de pequenos insetos, ou de outros bichinhos com que se alimentam?...

Elas também são chamadas em alguns lugares de carriça, garriça, ou corruíra...

Dizem que no princípio do mundo elas eram essencialmente silvestres e voavam sempre acompanhadas de outros passarinhos, principalmente as mariquitas, sugando o néctar das flores, de árvore em árvore... até que um dia, enquanto uma mariquita pousou num arbusto de trombetinhas vermelhas - uma plantinha que dá flores muito parecidas com pimentinhas malaguetas e de que as mariquitas gostam muito - a cambaxirra que a acompanhava pousou numa pimenteira cheia de frutos maduros que estava bem ao lado da trombetinha vermelha, e enquanto a mariquita sugava o néctar das flores, a cambaxirra bicava as pimentinhas, ficando com a boca e a garganta cada vez mais vermelhas e ardidas, e com o seu canto, que antes era extremamente melodioso, entrecortado de sussurros de aflição, parecendo mais um sininho tremido que avisa a todos os passarinhos para que tomem cuidado com as pimentas...

E foi por isso que a cambaxirra nunca mais voou com os outros pássaros e agora está sempre por perto dos homens - nas casas, nas varandas, e nos beirais - para se proteger... - e também não suga mais o néctar das flores; comendo apenas coisas que se mexem, como os insetos, as larvas e os pequenos bichinhos que, assim, nunca serão confundidos com as flores e, principalmente, com as pimentas...

Ao usar este artigo, mantenha os links e faça referência ao autor: A Lenda Da Cambaxirra publicado 14/04/2008 por Marcelo Cardoso em http://www.webartigos.com Fonte: http://www.webartigos.com/articles/5390/1/A-Lenda-Da-Cambaxirra/pagina1.html#ixzz17w2i5Hs8,

 

 

 

Históricas - Foto histórica do Tênis Clube


Foto histórica da década de 1930, mostrando o famoso médico Dr. Lincoln Ferreira Faria, que prestou relevantes serviços para a cidade, na época áurea da tuberculose, primeiro Presidente eleito do importante, até hoje tradicional Campos do Jordão Tênis Clube, inaugurado em 1º de janeiro de 1933, jocosamente sentado em uma charretinha puxada por bode, já naquela época, utilizada para pequenos passeios de crianças.

 

 

 

Sanatórios e Pensões - Sanatório de Santos


No ano de 1940, reunidos em frente ao Sanatório de Santos, localizado junto à estrada de acessos aos Sanatórios, São Paulo, Divina Providência e Sanatorinhos S-1, dentre outras pessoas não identificadas, da esquerda para a direita: Não identificado, o médico Dr. Francisco de Moura Coutinho Filho, a Benemérita Dona Leonor Mendes de Barros e o marido Dr. Adhemar de Barros, Interventor Federal em São Paulo de 1938 a 1941, o Prefeito de Campos do Jordão, Dr. José Arthur da Motta Bicudo (14/07/1938 a 10/06/1941) e não identificado.

O Hospital foi inaugurado em 2 de fevereiro de 1935 pelo Interventor Federal, Armando de Salles Oliveira, em terreno doado por José Carlos de Macedo Soares.

À cerimônia estiveram presentes os Drs. José Carlos de Macedo Soares, Vicente Ráo, Odilon Braga e Márcio Munhós.

O nosocômio era mantido pela Santa Casa de Misericórdia de Santos, com capacidade para 50 leitos.

Por longos anos foi seu diretor-clínico o Dr. Francisco de Moura Coutinho.

Os tuberculosos da Santa Casa de Santos foram transferidos para o Sanatório, que se incorporou na luta contra a tuberculose.

Era médico tisiologista do Hospital, em Santos, o grande poeta Martins Fontes, que assistiu à inauguração do Sanatório Santos, ao lado do prefeito Antonio Gavião Gonzaga, e a partir daí, passou a freqüentar a Estância com assiduidade.

O nosocômio foi desativado em 15 de junho de 1954, transformando-se em hotel.

OBS: Histórico do Livro “História de Campos do Jordão” da autoria do Escritor Pedro Paulo Filho, Editoria Santuário - 1986, Página 301.

 

 

 

Hotéis - De Pensão aos hoteis Everest e Helvetia


Esse lindo prédio, na década de 1940 foi sede da famosa e histórica Pensão Glória, que do final da década de 1920 até 1940, recebia hóspedes que vinham para Campos do Jordão em busca do clima privilegiado, na tentativa da cura para a tuberculose, já descrita nesta mesma coluna, na semana de 07 a 14/10/2010.

Esse prédio estava situado no final da atual Avenida Macedo Soares no encontro com as Avenidas Victor Godinho e Washington Luiz e Rua Engenheiro José Antonio Salgado, em Vila Capivari, onde atualmente existe um prédio de apartamentos “Solar dos Gerânios”, na divisa com a conhecida Casa São José.

Nesse prédio estiveram estabelecidos os antigos hotéis: “EVEREST” que pertenceu além de outros proprietários, ao saudoso e conhecido Emile Xavier Raymond Lebrun, o Monsieur Lebrun; “HELVETIA”que, além de outros proprietários, teve em seu comando, em determinada época, nas décadas de 1960 e 1970, os sócios Horvat & Frentzel, o primeiro, famoso artista plástico Léo Horvat, especialista em pirogravura e quadros à óleo e a segunda, Sra. Hildegard Frentzel.

Esses hotéis também prestaram relevantes serviços à rede hoteleira de Campos do Jordão, sendo muito procurados pelas pessoas de classe média não tão abastada, porém, amantes de Campos do Jordão.

 

 

 

Paisagens - Vila Abernéssia - Ano 1940


É importante notar que essa foto mostra claramente que, ainda não existia a pista da Av. Dr. Januário Miráglia que, atualmente passa em frente ao atual Espaço Cultural Dr. Além. Existia nessa época, somente uma pista que ligava Vila Abernéssia às Vilas Jaguaribe e Capivari, através da avenida de ligação, uma estrada de terra, também conhecida como Volta Fria.

Bem à direita da foto, em formação, o lindo parque que, posteriormente passou a ser identificado como Parque dos Cedros, devido sua ornamentação ter sido composta com espécies desse tipo de vegetação.

Mais ao centro, do lado direito da avenida de ligação a sede do Abernéssia Futebol Clube, o prédio do famoso Pensionato Maria Auxiliadora, algumas casas e prédios comerciais. À direita, uma pequena casa no local onde posteriormente foi construído o famoso e saudoso Cine Glória, atualmente Espaço Cultural Dr. Além; o saudoso prédio onde durante muitos anos esteve estabelecida a nossa Prefeitura Municipal de Campos do Jordão, lamentavelmente demolido; a antiga casa que abrigou o Cartório do Registro Civil, posteriormente local onde foi construída a sede do Banco Mercantil de São Paulo, atualmente sede das “Casas Bahia”, o antigo e famoso prédio do Cinema Jandyra, mesmo local onde hoje está localizada a Papelaria Aquarela; a Estação de Vila Abernéssia, da Estrada de Ferro Campos do Jordão; os prédios do antigo almoxarifado da Prefeitura e Mercado Municipal.

Mais acima, na Rua Brigadeiro Jordão, alguns prédios ainda existentes como o Palacete Olivetti, antiga sede do Hotel Montanhês, do Sr. Wolfgang Böhme e esposa Dona Érika, outros já demolidos. Poucos prédios e poucas casas existiam nessa época na parte central da Vila Abernéssia, não atingindo a casa das cem unidades.

 

 

 

Personalidades - Alunos do Colégio - Década 1950


No final da década de 1950, alunos do curso ginasial do nosso CEENE - Colégio e Escola Normal Estadual de Campos do Jordão.

Sentados ou agachados, da esquerda para a direita: Shunsuke Kimura, o conhecido Shuske, Massake Tanaka, César Carneiro, Nelson Elias e Eurípedes Oliveira, o conhecido Balote.

Em pé, na mesma ordem: Helena Terezinha Moysés da Silva, Mário Fukumitsu, Édson Carneiro, Sérgio Cury Paulo e Naira Ribeiro.

 

 

 

Pessoas - Saudoso Monsieur Lebrun


O saudoso amigo, belga de nascimento, jordanense de coração, monsieur Emile Xavier Raymond Lebrun, pai do saudoso Gui Lebrun, grande cartunista e desenhista, responsável pela elaboração de muitos desenhos animados e comerciais, para nossa televisão brasileira, nas décadas de 1950 a 1970.

Monsieur Lebrun, primeiramente foi proprietário do Hotel Everest, situado em Vila Capivari, nas proximidades do conhecido Pensionato São José, no mesmo prédio monde anteriormente esteve estabelecida a famosa Pensão Glória e, posteriormente, o Hotel Helvetia.

Depois que vendeu o Hotel, Monsieur Lebrun passou a residir em uma das casinhas pertencentes ao Campos do Jordão Tênis Clube, localizada na área próxima às quadras de tênis.Com grande habilidade, especialmente com a famosa serrinha tico-tico e os pincéis, passou a trabalhar com a confecção de placas e logotipos comerciais, tendo feito muito sucesso na época.

Em várias oportunidades, Monsieur Lebrun nos brindou no Tênis Clube, com pequenos recitais de músicas clássicas, tocadas com grande habilidade em seu violoncelo, que ele, carinhosamente denominava rabecão.

Segundo o próprio Monsieur Lebrun, durante vários anos, participou como músico e membro da Orquestra Filarmônica da Bélgica.

 

 

 

Politica - Floriano recebe título de Cidadão Benemérito


Na década de 1970, em reunião de entrega de títulos realizada no recinto da Câmara Municipal de Campos do Jordão, o Prefeito Municipal Dr. José Antonio Padovan, entrega ao Sr. Floriano Rodrigues Pinheiro, pessoa pioneira de nossa cidade, que participou de inúmeras atividades em prol de todo processo progressista de Campos do Jordão, o merecido título de “Cidadão Benemérito Jordanense”.

Na foto, da esquerda para a direita, além do Prefeito Dr. José Antonio Padovan, o Dr. Pedro Paulo Filho, Presidente da Câmara Municipal, Dr. Marcos Ribeiro de Freitas, Promotor de Justiça da Comarca, Dr. Roberto Guimarães, Delegado de Polícia e não identificado.

 

 

 

Transportes - Agente de Empresa de ônibus?


Na foto, no final da década de 1950, em cima de linda carrocinha da Mercearia Caruso, utilizada para o transporte de cargas e entrega de gêneros alimentícios, o Sr. Ferreira, Agente da saudosa Empresa de Ônibus do Expresso Zefir, posa para foto histórica, com seu cachimbo e sua guitarra portuguesa.

O Expresso Zefir, a princípio, mantinha frota de automóveis para transporte de passageiros entre Campos do Jordão e São Paulo e vice-versa. Transportava até cinco passageiros por viagem. Posteriormente, esses automóveis foram substituídos por micro-ônibus e ônibus normais, fazendo o mesmo percurso.

Nessa época, a Agência do Expresso Zefir, estava localizada no centrinho de Capivari, de onde partiam e chegavam os ônibus que faziam a linha Campos do Jordão – São Paulo.

O saudoso português Sr. Ferreira, um dos Agentes do Expresso Zefir, era muito conhecido e admirado pelo seu bigode imenso, ao tradicional estilo lusitano, sempre soltando baforadas de fumaça perfumada em seu inseparável cachimbo tipo “Sherlock Holmes”. Normalmente à noite, enquanto esperava o último ônibus que vinha da capital paulista e que chegava por volta das dez horas da noite, encantava os amigos, alguns turistas e curiosos tocando lindos fados em sua tradicional guitarra portuguesa. A esposa, a simpática e boa D. Alice, revezava com o marido o atendimento da Agência.

 

 

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